O marido estava sentado quieto lendo seu jornal quando sua mulher,furiosa,vem da cozinha e senta-lhe a frigideira na cabeça.
Espantado, ele levanta e pergunta:
- Por que isso agora?
- Isso é pelo papelzinho que eu encontrei no bolso de sua calça com o nome Marylu e um número...
- Querida, lembra do dia em que fui na corrida de cavalos ? Pois é.... Marylu foi o cavalo em que eu apostei, e o número foi o quanto estavam pagando pela aposta!
Satisfeita, a mulher saiu pedindo 1001 desculpas.
Dias depois, lá estava ele novamente sentado, quando leva uma nova porrada, só que dessa vez com a panela de pressão.
Nossas rotinas diárias e o volume de trabalho a que estamos submetidos muitas vezes tiram o nosso bom humor. É bastante comum que tenhamos que lidar com situações muito estressantes, a ponto de não conseguirmos nos desligar com facilidade para o descanso merecido - isso sem mencionar que as relações familiares também são fontes de estresse. Essas situações podem gerar um mau humor passageiro, mas há casos mais específicos em que fica difícil de dar a volta e retomarmos ao bom humor. Se isto acontece, é importante dar uma atenção especial.
Dentre os quadros de transtornos de humor, onde temos já conhecidos pelo público a depressão e o transtorno afetivo bipolar, existe também uma outra situação clínica, não tão bem conhecida, que se chama distimia ou transtorno distímico. Ela se caracteriza por um mau humor persistente e irritabilidade, onde "nada está bem." É bastante comum que a pessoa com distimia diga que está insatisfeita com a vida, mas por outro lado tem dificuldades marcantes para tomar uma decisão de forma a mudar esse contexto. Então ela pode ser vista como alguém que reclama de tudo e de todos, mas faz poucos esforços para mudar isso ou diz que não consegue. A indecisão é algo bastante comum, e pode ocorrer até mesmo para situações bastante simples como comprar uma roupa ou sair. Em linhas gerais, a distimia apresenta sintomas semelhantes à depressão (como por exemplo, insônia, falta de apetite e tristeza), mas em intensidade menor, o que pode tornar o diagnóstico um pouco difícil.
Outra característica comum da distimia é uma dificuldade de concentração, que pode chegar a comprometer sua capacidade de cumprir as tarefas diárias. Ela sente que possui potencial intelectual para realizar as tarefas, mas percebe também que a falta de energia e de concentração acaba atrapalhando suas rotinas. Para que haja o diagnóstico de distimia, um dos critérios é que a pessoa apresente estes sintomas de forma contínua por pelo menos dois anos.
O tratamento da distimia utiliza o uso de medicamentos e a psicoterapia, que vai ajudar o paciente a identificar o seu estado diário de humor, mudar a forma pessimista como ele percebe as situações diárias e ajudá-lo a filtrar estresses que podem desencadear mais sintomas depressivos. Sem a psicoterapia, dificilmente a pessoa vai se dar conta de como ela percebe de forma pessimista os eventos de sua vida, e por isso esta parte do tratamento é tão importante. Essa percepção e a mudança de seu comportamento fazem parte do trabalho terapêutico, permitindo um bom resgate de sua qualidade de vida, de seu trabalho e relações familiares.
Fonte: Vinícius Renato Thomé Ferreira, psicólogo clínico, doutor em Psicologia e coordenador da Escola de Psicologia da Imed
Meio ambiente: através de parceria, presos poderão produzir e cuidar de um viveiro de mudas.
A direção do Presídio Regional de Passo Fundo recebeu esta semana, a visita do secretário do Meio Ambiente, do presidente da Uampaf, e representantes de outras entidades que estão mobilizadas num projeto que tem objetivo de cultivar árvores em espaços públicos nos bairros. A convite do diretor da penitenciária, Marco Antônio da Silva, foi discutida a ideia de aproveitar a mão-de-obra e um espaço dentro do presídio, onde existia uma antiga horta, para realizar o trabalho de cultivar as mudas de árvores nativas, para que depois, estas possam ser plantadas nos bairros.
O grupo conheceu a área, de aproximadamente 400 m², onde pode ser construída uma estufa para o cultivo das mudas. A parceria que está sendo firmada também com a Susepe e Judiciário, inicialmente deve beneficiar de três a dez apenados, que seriam responsáveis pelo trabalho. "Será possível com a parceria atender a inclusão social e o meio ambiente. Sabemos que dentro do presídio existem um grande número de apenados que têm possibilidade de atividades externas, que poderiam estar trabalhando, porém, existe uma grande dificuldade da inserção deste pessoal no mercado de trabalho, ficando assim sem qualquer tipo de atividade. Como estamos necessitando de mudas de árvores para o projeto Meu Bairro mais Verde, vamos associar este projeto ocupando a mão-de-obra disponível dentro do presídio," destacou o secretário do meio ambiente.
Benefício aos apenados Segundo o diretor do presídio, Marco Antônio, apenas presos do regime semiaberto ou presos do regime fechado com autorização judicial, poderão ser beneficiados. "O projeto pode servir de exemplo a outros presos uma vez que é preciso ter antecedentes de bom comportamento. Ele ocupa o tempo com uma atividade diferente, é um trabalho voluntário, porém, o preso além de ressocializar é beneficiado com a remissão da pena. Para cada três dias de trabalho, ele diminuirá um dia da sua pena," destacou o diretor.
Meu bairro mais verde Lançado este ano no Dia Mundial do Meio Ambiente, o projeto Meu Bairro mais Verde está proporcionando a arborização da cidade. Cerca de 60 mudas já foram plantadas em espaços como no bairro Xangrilá, e outras já foram distribuídas em outros bairros disponibilizando o plantio de árvores nativas como ipê, jacarandá e pata-de-vaca. O trabalho deve garantir um aumento da área verde do município. Até agora as mudas que estão sendo utilizadas no projeto são produzidas no viveiro municipal, que fica no bairro São José.
Parcerias Além dos bairros, a secretaria também já distribuiu mudas de árvores frutíferas para o Case (Centro de Atendimento Socioeducativo). A ação faz parte do projeto Plantando Cidadania, desenvolvido pela entidade, e que promove atividades para reintegrar os internos da instituição. A secretaria doou as mudas de árvores frutíferas para a formação de um pomar.
Tentativas
Esta é mais uma tentativa de unir o útil ao agradável, sob o ponto de vista de algumas autoridades de minha
cidade, mas vale a pena tentar, pois os apenados e menores infratores terão mais uma oportunidade de mos-
trar e trabalhar valores já por eles esquecidos. Eu gostaria de saber sua opínião sobre o assunto, então deixe
Os noivos estavam a caminho da igreja quando morrem num acidente de automóvel. Chegando no céu, a noiva protesta: - Puxa, São Pedro, logo hoje que a gente ia casar, acontece uma dessas...
- Assim é a vida, digo, a morte. - objeta o guardião do paraíso.
- Mas será que não dá para o senhor quebrar um galho - diz o noivo. - e fazer o nosso casamento aqui?
- Espera aí, deixa eu ver o que posso fazer.
Umas oito horas depois, quando o casal já estava cansado de esperar, ele volta trazendo um padre à tiracolo.
- OK! Trouxe um padre para fazer o casamento de vocês. Mas tem uma condição...
- Qual?
- Aqui não tem divórcio! O casamento vai ter de ser por toda a eternidade...
- Puxa, mas toda a eternidade é muito tempo! - reclama o noivo.
- E se o nosso casamento não der certo? - indaga a noiva
- Azar o de vocês! Para achar um padre aqui no céu já foi difícil, imagina um advogado!
Uma noiva, uma amante e uma casada decidiram fazer uma brincadeira: seduzir seus homens usando uma capa, corpete de couro, máscara e botas de cano alto.
No dia seguinte, a noiva contou a experiência:
- Quando meu noivo me viu de corpete de couro, botas altas e máscara nos olhos, foi à loucura, disse que eu era a mulher da sua vida e fizemos amor apaixonadamente.
Então, a amante narrou sua versão:
- O meu amante me viu usando todos aqueles badulaques, não disse nada, se atirou sobre mim, me agarrou e quase morremos de tanto amor.
Aí foi a vez da casada:
- Quando o meu marido chegou em casa e me viu usando aquela roupa, toda de couro preto, foi sucinto:
As diversas formas de colocar um ponto final ao casamento ou união estável, de maneira amigável ou não, são objeto de milhares de ações judiciais que se referem, principalmente, ao pagamento de pensão e à partilha de bens.
Entre os processos julgados, consta uma decisão inusitada: a última vontade de um falecido declarada em testamento prevalece sobre o direito de usufruto do cônjuge sobrevivente.
No caso, uma mulher, ao dispor de seu patrimônio em testamento público, não mencionou o marido. Assim, ele foi excluído da sucessão. Para a Justiça, por ter a mulher deixado à parte disponível de seu patrimônio por meio do testamento (resguardando os direitos dos herdeiros necessários) e excluído o cônjuge sobrevivente, este não tem direito ao usufruto dos bens.
Em outro processo, a Justiça entendeu que se o ex-cônjuge renunciar à pensão alimentícia, com renúncia firmada durante o acordo de separação homologado conforme a lei, não poderá solicitar o benefício posteriormente. Esse entendimento tem, no entanto, uma exceção com relação à pensão por morte: a mulher que renunciou aos alimentos na separação judicial tem direito à pensão previdenciária por morte do ex-marido, comprovada a necessidade econômica superveniente, ou seja, se ela provar que depois surgiu a necessidade de receber esses valores.
Ainda que o casal não tenha efetivado a divisão dos bens em comum, a pensão pode ser revisada, mesmo sem alteração das condições financeiras das partes. No entanto, deve haver o devido cuidado com a questão. Em julgado de 2008, ao analisar o pedido da ex-mulher para aumentar sua pensão, a Justiça acabou liberando o ex-marido de pagar os valores, pois concluiu que ela teria plenas condições de se manter.
Em alguns casos, a pensão pode ser disputada entre esposa (casamento) ou companheira (união estável) e concubina (amante). Decisões recentes da justiça negaram pedidos de concubinas para receber pensão e até mesmo dividi-la com a esposa do falecido. Em processo que negou à concubina o direito a dividir pensão com esposa, o tribunal destacou que "o reconhecimento impuro, concubinagem ou concubinato adulterino, simultâneo à relação de casamento, mantém-se à margem da legislação previdenciária". Para o tribunal, mesmo com a vigência de uma nova visão de valores em matéria familiar, o instituto da união estável efetiva importante distinção entre relações livres e relações adulterinas.
Já em processo que discutia o rateio de pensão entre ex-esposa e viúva, o Tribunal concluiu que a divisão deve ser feita em partes iguais. No caso, a ex-mulher divorciada que percebe pensão alimentícia concorrerá em igualdade de condições com a esposa do de cujus [falecido]."
Em outro caso de concubinato, o tribunal rejeitou pedido de concubina por pensão de militar falecido. A decisão ressaltou que a proteção do Estado à união estável alcança apenas as situações legítimas e nelas não está incluído o concubinato. A união estável pressupõe que não haja impedimentos para o casamento ou, pelo menos, que esteja o companheiro separado de fato, não podendo ser conferido status de união estável à relação concubinária concomitante a casamento válido.
A respeito de pensão com referência à união estável, a Justiça proferiu, em 2006, importante decisão: validou o direito de receber pensão de companheira que teve união estável reconhecida após a morte do companheiro. Com o reconhecimento e a respectiva dissolução da união estável, o tribunal deu o direito a uma dona de casa de ingressar no INSS com o pedido de pensão. Em outro julgado, definiu que a mulher que viveu com o companheiro em união estável até a morte dele tem direito à pensão, mas não faz jus à indenização por serviços domésticos prestados. A pensão deve-se à relação de companheirismo e mútua colaboração, e não por serviços domésticos.
Ao analisar uma partilha de bens com o fim de uma união estável, a Corte concluiu que ex-companheiro tem direito à metade dos bens adquiridos durante a convivência, mesmo sem contribuir financeiramente. Para os ministros, neste caso, deve-se levar em conta também a contribuição indireta (não material) de cada um na construção de uma família, não apenas as provas de contribuição direta com recursos financeiros. No julgado, eles reconheceram o direito do ex-companheiro à metade da casa erguida durante a união estável. O terreno, recebido pela ex-companheira por meio de doação do pai, fica só para ela.
O tribunal editou, ainda, uma súmula sobre o tema "partilha" - a de número 197 - segundo a qual o divórcio direto pode ser concedido sem que haja prévia partilha dos bens.
Percebe-se divergências entre os estudiosos e, mesmo, na visão das pessoas comuns, sobre o modo como doenças oriundas do trabalho surgem no transcorrer da trajetória laboral dos trabalhadores. Para alguns, a doença é entendida como proveniente das relações de trabalho; para outros ela já estaria no indivíduo. Para os primeiros, sua origem é relacional, para os outros é biológica. Embora estudos comprovem claramente a interrelação entre adoecimento e trabalho, ainda se atribui peso muito maior ao enfoque biológico do que aos aspectos relacionais quando o assunto é o surgimento de patologias. O peso dos aspectos biológicos é mais acentuado quando a dor é psíquica, como no caso da depressão.
Se levado devidamente em conta que o sujeito constrói-se socialmente ver-se-á que este, no desenvolvimento da atividade laboral, exerce influências e é influenciado pelo contexto no qual está inserido. Essas influências do meio são provenientes do ambiente físico, da organização do trabalho, das relações estabelecidas com os demais trabalhadores, do lugar social que a instituição possui - o modo como ela é vista externamente - e do conjunto de suas vivências internas e externas à instituição.
No caso da depressão, cabe ressaltar que o adoecimento não fica inscrito somente na subjetividade do indivíduo que se encontra visivelmente doente, mas também no imaginário simbólico daqueles que ainda conseguem vencer as pressões diárias do contexto de trabalho. Assim, a doença configura-se não somente em algo derivado de uma predisposição interna, mas, sobretudo em uma ameaça externa e poderosa o suficiente para atingir qualquer pessoa. É em razão de tal ameaça que o sujeito sente a necessidade de adotar estratégias de defesa objetivando precaver-se contra a doença. Dentre as estratégias referidas pelos trabalhadores estão: a constante adaptação às mudanças do trabalho, o empenho em conhecer a doença, o esforço em manter-se ocupados a maior parte do dia, pensar em coisas boas, criar espaços de conversa informal e preparar-se para as dificuldades da vida.
As estratégias apresentadas pelos trabalhadores para mantê-los no trabalho e longe da depressão tendem a centrar-se em suas capacidades individuais. Desse modo, o trabalhador não avalia suas condições de trabalho, mas, sim, somente sua capacidade adaptativa. Entretanto, sabe-se que, condições de trabalho encontram-se cada vez mais precarizadas e, portanto, nem sempre configuram-se em um ambiente laborativo salutar. Essa situação é bem traduzida por um ambiente de trabalho carregado de metas, permeado por situações estressantes e por instabilidade.
As representações individuais relacionadas à depressão são partilhadas entre os trabalhadores cotidianamente no seu ambiente de trabalho e criam significação não mais individual, mas sim coletiva manifesta no seu comportamento. Desta forma, o enfoque dado pelos trabalhadores, no que se refere às condições de saúde ou adoecimento pessoal, recai sobre a responsabilidade individual. No contexto laboral estas estratégias são partilhadas e vivenciadas coletivamente reforçando as crenças individuais e criando um ambiente que sedimenta a representação da culpabilização do trabalhador quando não corresponde às demandas externas do ambiente de trabalho.
Sendo assim, cria-se um ciclo de manutenção da culpabilização individual de uma problemática ampla e inatingível individualmente fazendo com que as estratégias defensivas fracassem no seu objetivo de manutenção da saúde e do trabalho, pois quando o trabalhador adoece e sente-se responsável por este adoecimento ele é excluído do contexto de produção, pela sua incapacidade pessoal.
O trabalhador que apresenta sintomas depressivos, ou que já possua um diagnóstico de depressão, não pode ser entendido isoladamente como uma pessoa problemática que poderá ficar bem somente se receber uma medicação adequada. Ele não é somente um órgão doente, mas um sujeito e vivencia a depressão na sua singularidade. Além disso, faz parte de uma família, de uma comunidade, de uma cultura e de um contexto de trabalho que devem ser considerados de maneira efetiva e não apenas de modo complementar na interpretação do seu adoecimento.
Cláudia Bosetto Cenci, psicóloga, especialista em Psicologia das Relações Familiares e mestre em Psicologia Social e da Personalidade, professora do curso de Psicologia da Imed
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Anterior a década de 1960, a depressão não era vista como uma doença relacionada à infância, porém atualmente não há dúvida de sua ocorrência nesta população. Em 1997, Andriola e Cavalcante encontraram uma prevalência em crianças de cinco e seis anos de 3,9% não revelando diferenças significativas em meninos e meninas.
De acordo com manual de diagnóstico DSM-IV-TR, a depressão infantil é semelhante a do adulto, de forma que os mesmos critérios de diagnósticos podem ser utilizados para avaliar a depressão na criança. Os sintomas de depressão são: humor deprimido na maior parte do dia, falta de interesse nas atividades diárias, alteração de sono e apetite, falta de energia, alteração na atividade motora, sentimento de inutilidade, dificuldade para se concentrar, pensamentos ou tentativas de suicídio.
Este manual faz pequenas ressalvas (muito importantes) considerando os níveis de desenvolvimento, a fim de facilitar o diagnóstico de depressão na criança. Estas ressalvas se referem à criança deprimida poder apresentar humor irritável ao invés de tristeza; ou ainda revelar uma queda no rendimento acadêmico em função do prejuízo na capacidade para pensar e se concentrar.
A depressão pode ser diagnosticada de forma errônea como uma dificuldade de aprendizagem sendo que o contrário também pode ocorrer. A baixa no rendimento escolar devido à dificuldade de pensar e se concentrar pode muitas vezes ser confundida com outros quadros como Transtorno de déficit de atenção ou ainda Transtornos de conduta devido ao humor irritável, ficando a desordem emocional sub-diagnosticada o que torna o processo de avaliação importante se for realizado de maneira criteriosa e cuidadosa. Um diagnóstico mal feito nestes casos podem acarretar em danos que irão refletir na vida adulta, pois o tratamento e intervenções nestes quadros são completamente diferentes.
Se os sintomas depressivos não forem identificados podem causar uma série de dificuldades que vão além do baixo rendimento escolar como a baixa auto-estima, e problemas na interação social, no futuro. A formação da auto-estima está diretamente relacionada à maneira como os pais ou pessoas significativas veem e falam sobre a criança desde muito cedo. Freud já dizia que as pessoas com que as crianças se apegam em seus primeiros anos ocupam uma posição central em sua vida psíquica.A depressão na infância é um quadro onde uma única abordagem (Psicanálise, Humanismo, Cognitivo-Comportamental entre outras...) da Psicologia não seria suficiente para explica-la, pois ocorrem alterações emocionais, biológicas e cognitivas acarretando prejuízos biopsicossociais.
A neuropsicologia é uma área em franca expansão, estudos recentes têm demonstrado alterações e remodelamentos no cérebro jovem até, no mínimo, os 25 anos (de forma mais lenta, mas ainda contínua por toda a vida, sendo que, até pouco tempo acreditava-se que os circuitos do sistema nervoso central atingiam o desenvolvimento até os 12 anos). Na infância e na puberdade, o cérebro descarta neurônios em desuso o que faz ser muito importante algo que todos já sabemos a estimulação!!!
Depressão sem tratamento é um flagelo que atinge não apenas as crianças, mas também pais, irmãos e professores. A introdução de tratamento medicamentoso, nesta fase, ainda é muito discutida devido à escassez de estudos sobre o impacto dos fármacos no cérebro, porém, Emslie estudiosa da área afirma que "o impacto da depressão até onde podemos julgar, é maior que o impacto do tratamento."Educadores necessitam estar informados sobre os sinais que as crianças apresentam, pois estes prejuízos serão refletidos diretamente no ambiente escolar".
Fonte: Cibila Vieira, psicóloga, professora do curso de Psicologia da Imed, especialista em neuropsicologia e mestranda em Psicologia.
Vibrar na mesma frequência, ligar-se com alguém. Para isso é necessário haver e querer a sintonia. É o mesmo princípio das ondas hertzianas: as emissões das estações de rádio estão no ar, porém só as ouviremos se sintonizá-las.
Um relacionamento é sempre uma lição de vida. Muito se aprende com a experiência. Vale lembrar que a chama do amor deve ser sempre alimentada com muita atenção e romance. Tem pessoas que se apegam ao casamento. Acreditam que ele, por si só, seja uma garantia de afeto para o resto de suas vidas.
Acomodam-se em seus papéis distintos estipulados pelo matrimônio. Isso é um erro, é preciso participação, não jogando nas costas do outro ou esperando que o outro faça tudo. É muito difícil compreender quando acontece de um dos parceiros preferir o "amor" de um estranho, os prazeres ilusórios do corpo, embalar-se no lúdico da jovialidade ao sorriso, dedicação, carinho, intimidade e amizade construídos numa relação embasada na solidez, tudo colocado ali como se fosse uma construção (o que não deixa de ser) - um tijolo de cada vez.
O amor é uma prisão? O amor não. A maneira como o fazemos e criamos esse sentimento dentro de nós, sim. O casamento tem que ser um arranjo perfeito. Ao invés de prender, ele tem que libertar. Não dá para se enredar no falso ou no conveniente, não dá para se atolar na carência ou na gratidão. Apenas o amor é o valor a ser considerado.
A ameaça de se perderem um do outro pela falta de coragem para assumir o quão trabalhoso é amar e ser feliz é um caminho, quanto a outra possibilidade - esta a mais terrível - é o habituar-se a uma situação enganosa em nome de um amor que na realidade não existe.
E o que realmente é o amor?Segundo o apóstolo Paulo: o amor é benigno, não é invejoso, não trata com leviandade, não se ensoberbece, não busca seus interesses, não se irrita e não suspeita o mal. Não folga com a injustiça e não folga com a verdade.
Ou seja, o verdadeiro amor começa com o respeito. Quem respeita o seu próximo não o trai. E se esse próximo for a pessoa que será seu companheiro para seguir do seu lado, respeito redobrado.
A pergunta que fica para a maioria das pessoas é como conseguir alguém que respeite e que ame nos dias atuais?
Começamos por nos respeitarmos a nós mesmos. Se não nos amarmos e não nos respeitarmos não poderemos exigir isso de outra pessoa.
Daí o resultado de tantas pessoas que reclamam, cheias de mágoas de terem perdido anos de sua vida à espera que certo indivíduo a amasse, culpando a indiferença do outro por uma vida fracassada sentimentalmente, quando na verdade a culpa é de nós mesmos, pessoas que não se respeitam e aceitam as piores coisas das outras, pois quem se permite ser traído não se ama e, logo, quem se aproximar dessa pessoa será incapaz de amá-la também.
Sejamos verdadeiros com nós mesmos, ainda é tempo de buscar o tempo perdido, se necessário busque um tratamento alternativo, aprenda a se respeitar e a se amar, pois realmente quem ama não trai.
O churrasco é a única coisa que um homem sabe cozinhar, e quando um homem se propõe a realizá-lo, ocorre a seguinte cadeia de acontecimentos: 01 - A mulher vai ao supermercado comprar o que é necessário.
02 - A mulher é quem prepara a salada, arroz, farofa, vinagrete e a sobremesa
03 - A mulher tempera a carne e a coloca numa bandeja com os talheres
necessários, enquanto o homem está deitado próximo a churrasqueira, bebendo uma cerveja.
04 - O homem coloca a carne no fogo.
05 - A mulher vai para dentro de casa para preparar a mesa e verificar o cozimento dos legumes.
06 - A mulher diz ao marido que a carne está queimando.
07 - O homem tira a carne do fogo.
08 - A mulher arranja os pratos e os põe na mesa.
09 - Ambos fazem a refeição, a mulher traz a sobremesa e lava a louça.
10 - O homem pergunta a mulher se ela apreciou não ter que cozinhar e, diante do ar aborrecido da mulher, conclui que elas nunca estão satisfeitas....
DIREITO DE RESPOSTA (Escrito por um homem) 01 - Nenhum churrasqueiro, em sã consciência, iria pedir a mulher para fazer as compras para um churrasco, pois ela iria trazer cerveja Kaiser, um monte de bifes, asas de frango e uma peça de picanha de 4,8 Kg que o açougueiro disse ser 'ótima', pois não conseguiu empurrar para nenhum homem.
02 - Salada, arroz, farofa, vinagrete e a sobremesa, ela prepara é para as mulheres comerem. Homem que é homem come carne e toma cerveja.
03 - Bandeja com talheres? Só se for para elas. Homem que é homem come churrasco como tira-gosto e belisca com a mão, oras!
04 - Colocar a carne no fogo??? Tá louca??? A carne tem que ir para a grelha ou para um espeto que, a propósito, tem que ser virado a toda hora.
05 - Legumes??? Como eu já disse, só as mulheres comem isso num churrasco.
06 - Carne queimando??? O homem só deixa a carne queimar quando a mulherada reclama: 'Não gosto de carne sangrando'; 'Isto está muito cru'; 'tá viva??'. Após a décima vez que você oferece o mesmo pedaço que estava ponto uma hora antes, elas acabam comendo a carne tão macia quanto o espeto e tão suculenta quanto um pedaço de carvão. 07 - Pratos? Só se for para elas mesmas!
08 - Sobremesa? Só se for mais uma Skol.
09 - Lavar louça? Só usei meus dedos!!! (e limpei na bermuda).
Realmente, as mulheres nunca vão entender o que é um churrasco!!!
Gabriel, Rafael, Miguel e outros anjos... Todos terminam com 'el'.
Com base nos escritos de estudiosos sérios, teólogos e rabinos, novas tabelas de anjos 'foram criadas'. Sendo assim, veja no texto abaixo as novas descobertas relativas aos estudos desses seres protetores:NOVOS ANJOS:
Aluguel- anjo mau. Não deixa a pessoa conseguir sua casa própria;
Embratel-anjo protetor do monopólio das comunicações;
Chanel- anjo protetor dos costureiros, estilistas e outros boiolas;
Papai Noel- anjo protetor do comércio. Só aparece no fim do ano para acabar com seu 13º;
Tonel - anjo protetor dos alcoólatras anônimos e bêbados em geral;
Pastel - anjo protetor das colônias japonesas e chinesas;
Gel - anjo que protege as pessoas com cabelos rebeldes;
Manoel - anjo protetor das piadas preconceituosas;
Papel- anjo protetor daqueles com intestinos soltos;
Anatel- anjo que, como qualquer outro órgão do governo, não serve para coisa nenhuma!
O blog AnáliseBlogueira, do amigo Alan Niemies, lançou um meme com o título “O que te deixa sem ânimo para blogar?”. è um tipo de enquete onde o blogueiro apontado redponde cinco questões e aponta ao final, mais quatro colegas para responderem. Recebi do amigo Catarino do www.blogdocatarino.com ao qual passo a responder.
Sou um cara muito calmo ao resolver problemas pessoais e de relacionamento com outras pessoas. Procuro me colocar no lugar da outra pessoa para sentir se faria a mesma coisa ou não. Com a maturidade consegui conviver com as diferenças, por isso, cito algumas coisas que me deixam chateado mas não desesperado. 1- Quando penso, pesquiso e publico uma postagem importante e ninguém liga ou sequer deixa um comentário se está boa ou ruim para que possa melhorar. 2- Vejo blogueiros elogiando postagem insignificantes ou seja, não acrescenta nada em meu crescimento pessoal e profissional, realmente não entendo. 3- Já vi cópias do meu blog por inteiro sem sequer o autor citar a fonte da matriz. 4- Quando iniciei com o blog, poucos me ajudaram e isso me chateou muito, a pouca força que recebi no início, portanto ajudo dentro das minha possibilidades, todos os iniciantes e acho que é tarefa para todos, pois um futuro amigo e colega está chegando entre nós. 5- Fico chateado quando sinto uma espécie de panelinha na blogsfera, não por afinidade de pensamento ou amizade, mas por interesse seja qual for. Meu blog é novo, por isso pode melhorar muito, embora meu tempo seja escasso devido trabalhar em três turnos na escola, o que determina poucas atualizações. Indico para responder este meme quatro colegas:
Dois cidadãos de nacionalidade desconhecida, o Manoel e o Joaquim, estavam a trabalhar para Departamento de Urbanismo da Câmara.
Um escavava um buraco e o outro vinha atrás e voltava a encher o buraco.
Trabalharam num lado e depois no outro lado da rua.
No fim, passaram à rua seguinte, sem nunca descansar.Um escavava um buraco e outro enchia o buraco outra vez.
Um espectador, divertido com a situação, mas não entendendo porque eles faziam isto, foi perguntar ao cavador:
- Estou impressionado com o esforço que os dois põem no trabalho, mas não compreendo porque é que um escava um buraco e, mal acaba, o parceiro vem atrás e volta a enchê-lo.
O cavador, limpando a testa, suspira:
- Bem, isto pode parecer estranho porque, normalmente, somos três homens na equipe; eu cavando, outro plantando as árvores e outro cobrindo o buraco, mas hoje o gajo que planta as árvores telefonou a dizer que está doente.
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